quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Back to school

 
Por aqui andamos também muito felizes e contentes com o regresso à escola. Tal e qual como no ano passado!! Amanhã é o dia :)
 
Bjs, mãe

terça-feira, 11 de setembro de 2012

11-09-2001

 
Há onze anos atrás estava eu a dar uma ajuda aos meus pais no restaurante quando tudo aconteceu. Há onze anos atrás lembro-me de olhar para a televisão que estava na RTP1 e não acreditar, primeiro na cara do José Rodrigues dos Santos em direto (que não poderia ter sido outra, pois claro!), depois no cenário que ía perpetuando por detrás dele. Há onze anos atrás eu tinha apenas vinte e não me consigo esquecer daquilo que vi, que senti e que pensei: "Isto não é possível! O mundo vai entrar em guerra!"
 
E não me enganei quase nada.
 
Bjs, mãe

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

soluções para a crise #2

vocês não sei, mas por mim era metê-los todos em filinha indiana para sentar e fazer um "upa lá lá" no colinho deste Sásá Mutema! Uma vez ao dia, para não aleijar... Este tratamento está indicado para todos os governantes do país com manisfestações de azelhice crónica. Em caso de persistência dos sintomas não interromper o tratamento. Em caso de hipersensibilidade ao tratamento coadjuvar com a administração de vaselina.... de gravilha!

Ju*

soluções para a crise #1


era assim qualquer deste género mas à porta do governo. Assim só para lhes dar um tiro, vá.

Ju*
 
Ainda não o encarceraram? É que não há outra solução para o maior ladrão e vigarista de que há memória. É que já nem as ordens do tribunal ele cumpre. 
 
 
 
E o Portas, desapareceu também? Afinal onde é que ficou aquela intenção de não aumentar impostos? Só tem uma opção digna meu "amigo": chumbar o orçamento de estado!
 
 

 
 
Então e o senhor? Anda a fazer contas à vida? Está à espera de quê para acabar com esta tentativa de por o povo a pão e água? Anda ocupado com o quê que não toma uma atitude decente e atira este governo vergonhoso aos crocodilos?
 
 
Bjs, mãe

sábado, 8 de setembro de 2012

E já vimos

Que afinal a austeridade ainda pode ir um bocadinho mais longe, apesar do sufoco em que a maioria dos portugueses estão mergulhados! Ontem, ouvi com muita atenção o discurso do Primeiro Ministro em direto e só tenho pena que ele tenha demorado tanto tempo com conversas da treta para depois anunciar mais do mesmo. Ora, traduzido para bom português, aquilo que o senhor disse foi mais ou menos isto:


"Caros portugueses e portuguesas, o nosso grande objetivo é diminuir a taxa de desemprego em Portugal, por isso, a alternativa é continuar a roubar o quanto podemos, principalmente aos desgraçados do costume. Como já fisgámos os funcionários públicos, agora temos que nos virar para o setor privado. Assim sendo, decidimos devolver a partir de 2013, um dos subsidios faseado em 12 prestações, mas em contrapartida, "para compensar", os trabalhadores passam a descontar mais 7% para a segurança social. Os pensionistas que andaram décadas a "oferecer" dinheiro ao Estado, não se podem ficar a rir, nem pensem! Esses continuam sem os dois subsídios que é por causa das tosses. Mas podem ficar descansados que isto não é tudo mau. As empresas passam agora a pagar menos cerca de 5,75% à dita Segurança Social que bem precisam coitadas, principalmente as grandes, que aproveitam para arrecadar milhões e milhões com os quais depois poderão fazer o que bem entenderem. Esperemos nós que seja para investir na contratação de novos postos de trabalho!! Boa noite."
 
 
 
Posto isto, nada como respirar fundo e continuar a sobreviver. Pelo meio, podemos sempre insistir e perguntar algumas coisas na esperança de que alguém oiça, ou responda:
 
- Qual é, na realidade, a relação que estas medidas têm com a diminuição da taxa de desemprego?
- Porque é que será que insistem em tirar dinheiro às pessoas?
- Porque raio é tão complicado perceber que se as pessoas não tiverem dinheiro não compram, por isso não se vende, por isso o estado não arrecada impostos, por isso a economia não avança? Mas porquê?
- Onde é que ficou a tal intenção do imposto sobre a riqueza?
- Porque é que não se atiram aos BANCOS?
- Afinal que raio de decisão tomou o Tribunal Constitucional? Os subsídios não eram para devolver, todos, a partir de 2013?
 
E muitas outras poderiam ser feitas.
 
Mas aquilo que ainda me anima nesta altura é ver o fosso que se avoluma entre a coligação. Não posso com o Paulo Portas nem pintado de ouro, mas ficaria mais atenta às suas intenções se ele tivesse a coragem de levar o seu partido a declinar este orçamento de estado, se ele tivesse a ousadia de tombar este Governo de ladrões. E aí sim, esta merda levava uma volta e os portugueses respirariam de alívio. Aí sim.
 
Enquanto não se pagar imposto ainda se pode esperar, ainda se pode sonhar!
 
Bjs, mãe
 


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A ver vamos...

 
...o que é que este palh*ço terá hoje para anunciar ao país. A ver vamos quantos nomes e alcunhas mais lhe vão assentar, a partir das 19h20, mais minuto menos minuto. Desconfio que a coisa não vai correr bem......e o circo vai continuar.
 
Bjs, mãe

pérolas publicitárias

estava eu, há dias, entre a Bimby e a minha sopinha do jantar, quanto paro para esmiuçar um anúncio que passava na televisão. Era um anúncio da Cofidis, a enaltecer a bela ideia da fulana y em ter feito um crédito da marca para comprar um home cinema. Ora, uma excelente ideia não haja dúvida. A minha primeira reacção foi virar-me para o meu marido e perguntar "mas que tipo de pessoa faz um crédito para comprar uma porcaria de um home cinema!?". A resposta certa? Muitas. Mas depois o endividamento das famílias é sempre justificável por outra coisa qualquer. Há crise? Há, não dá para fugir a ela, mas na minha [muito humilde e leiga] opinião essa não é a exímia justificação para o buraco onde as pessoas se metem. Certo é que como a fulana y, há muitos, que se enterram até ao pescoço por uma questão opções. Falava-se no despoletar da crise que um dos principais motivos para o endividamento era a habitação própria, o "comprar" em detrimento do "arrendar". Para mim fazer um crédito para comprar uma casa é uma realidade: quem é que hoje consegue comprar uma casa a pronto? Conheço quem o tenha feito, e sei que lhes saí do pêlo [e por eles muito me orgulho]. Depois temos também os felizes acasos, os bons casamentos, e as heranças. Mas para qualquer comum mortal, como eu e a maioria dos que nos lêem, comprar uma casa, um carro não é um investimento pago ao balcão. até aqui, estamos de acordo. Se bem que eu faço uma severa reacção alérgica a qualquer tipo de empréstimo, verdade seja dita. Fiz um em toda a minha vida e reduzi-o ao mínimo de tempo possível. Serei eu a única a não querer levar 50 anos a pagar juros a quem me empresta uns trocos? É que não é preciso muita matemática [e eu sou de letras] para fazer as continhas e ver que pedidos 100, pagamos 200. Mas depois conheço também muita gente que não pensa assim. Pensar pensa, mas em grande. A televisão tem que ser grande. O carro tem que ser potente, ou novo, ou amarelo, ou coisa que o valha. E por aí em diante. Chega-se facilmente à conclusão que, para qualquer merda [perdoem o meu francês] se pede dinheiro emprestado. E por um bem que, não sendo de primeira necessidade [desconfio que nem de segunda], qualquer pessoa paga em prestações, porque compra a contar com o dinheiro que já não tem. Agradeço à minha cabecinha ou a quem me educou a felicidade de nunca ter pensado assim. Nunca fui, embora me pintassem nesse quadro. Podia ter mais malas e sapatos, o dobro da roupa e outras tantas coisas que eu gostava de ter? Podia. Mas ao invés disso escolhi a minha liberdade financeira, e um estilo de vida, não desafogado, mas confortável que me permita gerir a minha casa sem trocos contados ao dia 20. Tenho a vida para a qual trabalho e não o contrário, e gosto de ter presente a sensação de não dever nada a ninguém. Nada contra quem precisa de recorrer a este tipo de serviço, há de facto muita gente que passa, por falta de oportunidades de trabalho essencialmente, por privações muito sérias, mas não é para esses que falo. Quem escolhe viver a crédito que o faça, que é livre de o fazer [a Cofidis vive disso], mas que o faça por motivos maiores, para uma casa que será património, ou para a formação que sabemos que sai cara da primeira classe à universidade, são tudo investimentos com retorno. Agora, para comprar quinquilharia? Tenham dó. Ou não tenham. Mas pelo amor de Deus não se venham chorar aos meus ouvidos...

Ju*

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Um pedaço, este moço

Alguém teve o prazer de ver hoje o BENTO RODRIGUES a apresentar o primeiro jornal na sic? É que este senhor, do qual sou fã como é sabido, apareceu-me hoje em direto com uma barbinha mal semeada que lhe dava um ar.....enfim, como direi......irresistivel! As férias fizeram-lhe bem e o moço está melhor do que nunca. Um verdadeiro pedaço de mau caminho e de profissionalismo.
 
Adoro. Gosto dele, pronto.
 
Bjs, mãe

terça-feira, 4 de setembro de 2012

:((

Então esperem lá....agora para além do meu adorado e fantástico "Javito", também vão mandar o belga dar uma curva p'ra outras paragens?!! Então e o que é que vai ser feito daquele meio campo, hã?! Ó pá, não sei se ria ou se chore......dasssssssssss
 
Bjs, mãe