quinta-feira, 18 de outubro de 2012

a menina gosta #6

É a minha cara. Ou da Maria. GAP City Baby Collection. [ e não é que a GAP já envia para Portugal?! Medo.. ]

Ju*

Hoje começámos o dia assim...


...e ela já tinha prometido que desta vez o Centro de Saúde não vinha abaixo! E não é que a minha loura de olhos azuis está mesmo crescida:

"Vês mãe, como não saiu nem uma gota dos meus olhos. isto não doeu nadinha!"
 
 
Estou orgulhosa que se farta.
 
Bjs, mãe

terça-feira, 16 de outubro de 2012

...

 
... é exatamente assim que anda o povo porque não tem mais por onde escapar, há crianças que vão para a escola sem o jantar do dia anterior, quanto mais o pequeno almoço do próprio dia, o consumo de papas e afins subiu exponencialmente, os comerciantes estão sufocados pela carga fiscal, os que não são comerciantes idem, ninguém compra e ninguém vende, somos taxados por isto e aquilo e por tudo e mais alguma coisa.
 
Também é exatamente assim que andam os membros do Governo, à rasquinha porque me parece que este povo está a deixar de ter os tais brandos costumes. Estamos a arregaçar as mangas e ainda bem. Ontem foram uma dezena parar aos cuidados hospitalares, hoje ainda não sabemos e amanhã logo se verá.
 
Bjs, mãe

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

"Carminha"


Parece-me que já poucos duvidam porque é que ela é uma das melhores atrizes brasileiras! A Carminha é uma verdadeira obra prima da fantástica Adriana Esteves. No seu melhor :))
 
Bjs, mãe

Contas feitas...

 
...ao rombo que vou levar no IRS lá para 2014, devo dizer que só me apetece matar alguém! Dava-lhe um tiro, vá, como dizia o outro...
 
 
Dassssssss....:((
 
 
Bjs, mãe

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Minha querida Bimby - parte 10

Hoje a coitada já está estafadinha de tanto cozinhar. A saber: já fez néctar de laranja, pera e maçã, croquetes, empadão, sopinha de espinafres e leite com chocolate:))
 
Ufffffff....
 
Bjs, mãe

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

20 anos


segue daqui um forte aplauso, de pé, para a emissão comemorativa dos 20 anos da SIC. Em jeito de Gordon Ramsay, diria mesmo um redondo well done! cheio de sotaque. Conseguiu desviar a nossa atenção do jogo do Benfica [shame on us!] e dos maravilhosos e calóricos cannellonis que eu fiz para o nosso jantar de sábado, por isso, missão cumprida! E dou os parabéns porque foi realmente uma forma original e muito engraçada de fazer uma retrospetiva ao canal que, na minha opinião, veio fazer jus ao "à terceira é de vez", já que até então tínhamos apenas dois canais. A SIC foi sempre a minha primeira escolha, confesso. Ainda o é e só me entristece quando, por via do óbvio, acaba por se colar à identidade da concorrência, que tanta alergia me faz, a TVI. E é por saber desta realidade que me surpreendi bastante com a emissão por eles criada. Não foi nenhuma maratona de "Querida Júlia" nem um infindável "Boa Tarde", nem uma gala cheia de palhaçada e apresentadores que afinal cantam e se mascaram disto ou daquilo, para chegar ao fim e vomitar Goucha e Cristina Ferreira pelos ouvidos. O pior, é que há quem goste mesmo disto. Eu, não me incluindo nas massas, admirei fervorosamente o regressar às origens que teve lugar no terceiro canal. Ainda me arrancou um valente choro com a reportagem que acompanhou o nascimento do Duarte, por razões óbvias da minha condição. Mas é giro, dar por todos e por cada um a ter uma memória disto ou daquilo. Cá em casa éramos 4 adultos, uma piolha e mais meia, e todos se lembravam de onde estavam a fazer o quê quando isto ou aquilo aconteceu. E quem não se lembrou disto?! Na abertura, e ao fecho. Eu lembro... E já passaram 20 anos! Parabéns.

Ju*

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Nada como chamar as coisas pelos nomes

E hoje, lá para os lados da assembleia, está o circo armado! Entre os do costume que insistem em falar como se a média de idades da plateia fosse de 4 anos, e os outros que fingem que vão fazer alguma coisa, apareceu o deputado Bernardino Soares:
 
(Vitor Gaspar) "...passa a ser o pantemineiro das finanças!"
 
Ora aí está. Gostei. Um verdadeiro intrujão em tom monocórdico.
 
Já está marcado o próximo 15 de setembro?
 
Bjs, mãe

terça-feira, 2 de outubro de 2012

não sei se será do Outono


mas com os primeiros ventos frescos chegam [ainda] com mais força as minhas saudades do Porto. O que lá me levava por vezes sem conta está mais perto de mim, mas o apreço pela cidade não se desvaneceu. Nada se perdeu, pelo contrário, cresce uma paixão nostálgica pelo cenário que serviu de palco à minha História de vida. À nossa vida. Não haverá forma mais pura de se poder dizer que "aqui já fui feliz". Trago comigo o amor que lá encontrei, e  os cheiros, as gentes, as ruas, os sabores, as memórias que lá vivi. E hoje sinto saudade. Saudade de sair de casa, cruzar a esquina da Alegria e começar a sentir o cheiro das castanhas que assam entre a Fernandes Tomás e a Santa Catarina. De ver um mar de gente que palmilha a calçada e dá movimento à baixa, que me parecia ir encolhendo de tantas vezes que por ali passei que a fui decorando. Mais do que feliz, aqui senti-me em casa. Aqui a hospitalidade não conhece limites, é exponenciada. Aqui podemos pedir ajudas, conselhos e receber elogios de quem por nós passa, com a genuinidade que só as pessoas do Porto têm. E sabe bem. Faz-nos sentir parte. De quando em vez lembro-me dos cafés, dos restaurantes, dos bares por onde passámos e as [boas] conversas que por lá tivemos. Lembro-me do que comer e onde, do que fazer nos dias de frio ou nas tardes quentes, onde procurar o que preciso. Ganhei vícios nesta cidade. De coisas, rotinas que me fazem sentir nostálgica. Hoje a saudade faz-me querer voltar lá. almoçar aqui, jantar ali, rever amigos, respirar o Douro. Haverá por aí quem se queixe da escuridão da Invicta, que para mim é paisagem. A cores de Outono que trazem a noite mais cedo deixam a cidade ainda mais aprazível, para passeios de casaco ou esplanadas aquecidas. Para lanches tardios e jantares mais demorados. O cheiro que sentia ao dobrar a esquina espalha-se por toda a rua e as cores da estação deixam a cidade morna. Aqui será sempre assim. Aqui será sempre uma morada. A minha, a nossa. Ainda que não seja a primeira, não haverá lugar para outra qualquer segunda. Se houvesse um qualquer ponto no mapa onde escolhesse imortalizar os grandes momentos da minha vida, seria aqui, na Invicta. Foram tantas as viagens para lá chegar, e no regresso, a vontade de ficar. Hoje posso dizer que, para cada ida, houve um voltar, mas de todas as vezes que de lá voltei, voltei mais rica. Em sentidos, experiências, sentimentos. De lá já trouxe um grande amor. Trouxe-o a ele, a nossa família a dois. E da ultima vez, trouxe na minha barriga a nossa filha.. Coincidência? Talvez não. Prefiro continuar a viver por acreditar que tudo na vida acontece por um motivo. E por tudo isto o meu amor de perdição pelo Porto não pode ser acaso. As saudades que hoje batem fazem-me esperar voltar lá em breve, levar lá a minha filha, se possível ainda na barriga e depois fora dela, para que volte ao primeiro sitio que a conheceu. Para respire a História de que ela, agora, também faz parte. E por acreditar que ali ela vai ser feliz. Tão feliz quando eu sou cada vez que por lá me encontro.

Ju*