segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

É por ser Carnaval?

 
A exibição de ontem valeu-lhe uns míseros 3 pontos numa escala de 1 a 10, que é qualquer coisa como MEDÍOCRE. Este senhor é, segundo entendidos, dos melhores do mundo......exceto em Portugal, chego eu à conclusão! Particularmente em jogos onde jogue o S.L. Benfica, sem dúvida nenhuma.
 
Gostava, por isso, de ouvir o senhor Vitor Pereira, respónsável máximo da arbitragem, pronunciar-se sobre o espetáculo que o Proença deu ontem em terras de Alberto João Jardim! Ai gostava mesmo.
 
Bjs, mãe

Arrebatador



Este filme é verdadeiramente emocionante, deixa um nó na garganta, os olhos inchados e o coração do tamanho de uma ervilha. É arrepiante, avassalador e dramático quando pensamos que aquilo aconteceu mesmo......e foi cem vezes pior. É revoltante quando percebemos que temos, a todo o instante, a vida por um fio, que valemos tão pouco no confronto com a força da natureza e com aquilo que tem que acontecer. Absolutamente imperdível.
 
 
Bjs, mãe

Acontece a todos

C.D. Nacional - S.L. Benfica (2-2)
 
F.C. Porto - S.C. Olhanense (1-1)
 
 
Uns com mais ou menos justiça, outros com mais ou menos expulsões (umas ridículas, outras esquecidas), a verdade é que já estávamos com saudades de jogos cheios de casos e coisas "giras" para comentar. Ontem o melhor árbitro do mundo e arredores fez a figura que se viu e mostrou, mais uma vez que é para ninguém se esquecer, o que é ser incompetente em jogos do Benfica. O outro do jogo a seguir, também fez questão de se esquecer de mostrar uns quantos cartões e esbanjar outros, para além de ter visto mal foras de jogo a favor da equipa da casa, ora bem! Está, portanto o circo montado e preparado para um final de campeonato daqueles que vai fazer moça. À pois vai!
 
Bjs, mãe


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

A preparação

 
Estes meninos já começam a revelar uma aptidão natural para jogos de preparação! Ontem, para além de estrearem equipamento novo, bem giro por sinal, com a cor a condizer com a exibição, ainda conseguiram levar três no bucho e mostrar a todos como não se deve jogar futebol. Como se isso não bastasse, deu ainda para ver o Coentrão a agredir gratuitamente um equatoriano e um setor defensivo que mais parecia um crivo daqueles com a malha bem larga, que deixam passar particamente tudo.
 
Pois bem, com preparações destas estamos nós bem, certo? Até já é curriqueiro em matéria de seleção nacional! Aproveitem então enquanto podem, façam a merda que quiserem enquanto isto não conta, brinquem com a bola à vontade, estudem lá os "processos" mas avisem é com antecedência que é para o pessoal não andar a perder tempo com momentos tristes como o de ontem. Quando forem jogar a sério, mesmo que o jogo não conte, digam qualquer coisinha, tá?!
 
 
Bjs, mãe

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Onde é que está o gajo?

 
Olhem, sei lá eu! Pronto, é desta que temos casal de gajas! Tirando o esforço que a "mainova" deve estar a suportar no amparo à múmia, não vá a dita baldar-se com o costado no chão, acho a foto a roçar o perfeito!!
 
Bjs, mãe

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

 
Independentemente de estar deprimida, psicótica ou descompensada na altura dos factos, relatórios mostram e comprovam que esta criatura maltratou, continua e desmesuradamente, os filhos. Revelou, frequentemente, "instabilidade emocional". Resistiu ao tratamento e à ajuda médica. Foi, portanto, uma mãe da pior espécie, daquelas que ninguém quer e ninguém merece. Perdoem-me os mais sensíveis, mas espero, por isso, que arda trezentas mil vezes no pior dos infernos.
 
Bjs, mãe

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Baixo nível


"Vêm aí os três reis magos, um do BCE, outro da Comissão Europeia e o mais escurinho, do FMI."
 
 
O assunto não é novo, mas pronto, é sempre bom relembrar aquilo que não se deve dizer. O atual secretário geral da CGTP bem tenta assemelhar-se ao Carvalho da Silva, mas, diga-se e reforce-se, não lhe chega nem aos calcanhares, quanto mais às unhas dos pés! E eu que, apesar do respeito que tenho pela intersindical nacional, já não gostava dele, agora então......
 
 
Bjs, mãe

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Ter tomates é isto





...é chamar os bois pelos nomes em plena Quadratura do Círculo, na sic noticias:


"(...) A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no têxtil. Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os nossos mercados ao têxtil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir.

E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima das suas possibilidades, é uma mentira inaceitável. Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi proporcionado. E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função de uma política induzida pela União Europeia. Podemos todos concluir e acho que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar!

A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável. Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos. Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.

Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia."

Bjs, mãe



Até tenho medo de mim......


......se este porco me aparecesse à frente. Só me apetece dar-lhe com um pau de loureiro, daqueles mais grossinhos, quinhentas e cinquenta e sete mil vezes no lombo, depois era inclui-lo nesta fila indiana para experimentar as maravilhas da natureza, a seguir largava-o numa ruela mal cheirosa sem uma única pecinha de roupa no pêlo que era para saber o que é ser sem-abrigo! Depois perguntava-lhe, em jeito de quem finge que se preocupa com o sofrimento alheio, se ainda aguenta mais umas coisinhas......e mesmo antes dele responder, porque perder tempo é perder dinheiro, eu respondia por ele: "Ai aguentas, aguentas!"

Bjs, mãe