quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

das minhas mamas, com amor!

a mim, a quem o comentário foi dirigido, apraz-me saber que há por aí quem tenha tomado, por mim, as minhas dores de adolescência pelo belo par de mamas que Deus e a minha mãe me deu. E digo por mim, já que eu, nunca as senti. Ou melhor, terei sentido em relação às supra mencionadas mais dores de costas e da maldita tendinite crónica que me causaram do que de infâmia ou de qualquer tipo de trauma. Provocação? Se calhar nem tanto. Sou demasiado bem resolvida com tudo na minha vida [mamas incluídas] para me preocupar com quem se disfarça atrás de um anonimato fácil. Dá-me até certo gozo rever os problemas recalcados de quem, de alguma forma, os absorve. As minhas mamas são um assunto público, é triste, mas é um facto [e provou-se vivo, hoje mesmo]. As avultadas mamas da Susana da Casa dos segredos parecem não terem sido suficientes para deixarem de pensar nas minhas. A mim tanto se me dá como se me deu. Para quem não sabe [e a quem duvido que interesse, à excepção de quem ainda se deixa ressabiar pelo meu volume mamário]: já as tive grandes, já me deram problemas, já as tirei. Concluindo, hoje estão exactamente como as sempre quis: equilibradas. Gosto e o meu marido recomenda. A quem esse assunto ainda tira o sono e parece querer o que delas sobra, acho que as encontrará algures em duas caixinhas numa clínica perto de si. Como disse o/a nosso/a anónimo/a "nem só mamas vive o mundo", eu sublinho e subscrevo, já que eu não vivo de certeza. Mas como ainda há quem viva a pensar nas minhas mamas da bela colheita de 1986, os meus votos de sinceras melhoras. Não desejo que Deus lhe dê uma copa maior, porque já não devo ir a tempo, mas há por aí uns soutiens cheios de espuma bons para isso... Não tem contra indicações e saí mais barato que o silicone.

Atentamente,

Ju* [e respectivas mamas]

2 comentários:

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Anónimo disse...

Ok, ok.....ainda não foi desta que o anónimo se revelou mas está comprovado.....aquilo é frustração, ó pá, aquilo é mesmo um problema psicopatológico!! Encaixava-o(a) aqui na minha bíblia de síndromes que era uma maravilha!!!

Haja pachorra!! Coitado(a)...

Bjs, mãe